Entrada
Algo acontece: chega um pedido externo, um ficheiro, um email, uma mensagem ou é atingida uma hora programada.
O Selfint funciona como um motor de processos. Recebe um sinal de entrada, executa um workflow, trata os dados, chama serviços externos quando necessário e regista todo o percurso.
O processo pode ser explicado em cinco passos simples, mas com superfícies reais de operação e troubleshooting já presentes no produto.
Algo acontece: chega um pedido externo, um ficheiro, um email, uma mensagem ou é atingida uma hora programada.
O workflow define que passos devem correr, em que ordem, com que regras e com que caminhos alternativos.
Os dados podem ser mapeados, enriquecidos, validados ou reorganizados para o formato certo.
O Selfint envia a informação para outro sistema, gera ficheiros, publica mensagens ou desencadeia o próximo passo.
Fica tudo registado: estado, data, origem, erros, auditoria, possibilidade de reprocessar e, em Kafka, ligação entre evento e execução.
Uma plataforma de integração só é útil se também for fácil de operar.
Permitem ver o histórico de cada processo, com detalhe das etapas, estado final, correlação, origem e filtros operacionais.
Mensagens falhadas podem ser isoladas, revistas e reenviadas com mais segurança.
As ações críticas ficam registadas para suporte e governação, enquanto o tracing já tem base configurada para reforçar a análise ponta a ponta.
Quando o fluxo passa por Kafka, a auditoria permite ver tópico, direção, payload resumido e ligação à execução correspondente.
O produto já tem centro de ajuda, referência por steps e assistente AI para reduzir tempo de configuração e troubleshooting.
As operações seguem o plano atribuído e respetivos limites de canais, recursos e quotas de uso.