Integração entre sistemas
Sincroniza aplicações, parceiros, APIs e dados entre vários pontos do negócio com workflows e mappings reutilizáveis.
O Selfint liga sistemas, automatiza processos e organiza a circulação de dados entre equipas, aplicações, parceiros e clientes, com workflows operáveis e rastreáveis.
Em vez de depender de scripts dispersos, integrações frágeis ou trabalho manual, a plataforma centraliza desenho, execução, monitorização e correção num único ponto de operação.
Compras uma plataforma preparada para três problemas concretos, em vez de uma tecnologia genérica difícil de explicar ao negócio.
Sincroniza aplicações, parceiros, APIs e dados entre vários pontos do negócio com workflows e mappings reutilizáveis.
Arranca processos por evento, agenda ou ficheiro, reduzindo trabalho manual e consolidando regras e decisões operacionais.
Transforma, enriquece e encaminha payloads ou linhas de ficheiro com visibilidade sobre entrada, saída e falhas.
Executions, Kafka monitoring, DLQ e auditoria dão às equipas contexto para perceber onde falhou e agir rapidamente.
O Marketplace deve ser tratado como catálogo comercial e operacional do Selfint. Não é apenas um sítio para descarregar workflows: é onde cada solução é apresentada, contextualizada, moderada e instalada com o mínimo de ambiguidade.
Cada entrada deve explicar logo à partida o problema resolvido, a equipa-alvo, os sistemas envolvidos e o ganho esperado. O utilizador deve perceber em poucos segundos se aquele pack é relevante para vendas, operações, suporte, marketing ou integração entre sistemas.
Tal como em catálogos maduros, o pack deve expor highlights, benefícios práticos, screenshots e exemplos claros. O objetivo é reduzir dúvidas antes da instalação e acelerar o arranque.
O listing deve incluir recursos de instalação, requisitos, compatibilidade, connections necessárias, versão comercial, dependências e limitações conhecidas. Isto reduz atrito pré-venda, acelera onboarding e melhora a qualidade da instalação.
O Selfint não deve ser apresentado como “low-code genérico”. Deve ser apresentado por resultado operacional.
Estas capacidades já existem e reforçam a operação além do desenho de workflows.
Painel com métricas operacionais e acompanhamento rápido de execuções e backlog.
Vista detalhada de trigger e passos com ações como pausar, retomar, cancelar e reprocessar.
Permite validar visualmente um workflow exportado antes de o importar para operação.
Marketplace com conteúdo mais completo para reduzir dúvidas de instalação e adoção.